Lygia Fagundes Teles, premiada en Sao Paulo, Brasil
Por: Gloria Dávila Espinoza
Foto: Lygia Fagundes y el premio Juca Pato, recebe dezembro de 2009
Edición bilingüe: Portugués/español
Conhecer á escritora Lygia Fagundes Telles é grande, sua sensibilidade é igual de grande, issa sensibildade faz com que toda pessoa que fica perto dela experimenta o sentimento grande de repeito pela literatura que escreveu e pela pesonalidade que ella misma é. Foi isso que chegou a mim no II Encontro Internacional de Mulheres Escritoras 2009 ( Sao Paulo) mais precisamente na cidade de Sao Jose do Rio Preto, Brasil, quando a autora Isabel Ortega, diretora do evento e representante de REBRA na Espanha meu fiz convite razao mesma que me deo a oportunidade de partilhar o evento e o escenario, e agora quando sei que ela é premiada en Sao Paulo meu coracao fica feliz.
Conocer a la escritora Lygia Fagundes Telles es grande, su sensibilidad es igual de grande, esa sensibilidad hace que toda persona que esté cerca de ella experimente un sentimiento grande de respeto por la literatura que escribió y por la personalidad que ella misma es. Fue eso que llegó a mí en el II Encuentro Internacional de Mujeres Escritoras 2009. (Sao Paulo) mas precisamente en la ciudad de San JOse de Rio Preto, Brasil, cuando la autora Isabel Ortega, Directora del evento e representante de REBRA en España me hizo la invitación, razón que me dio la oportunidad de compartir el evento y el escenario, y ahora cuando se que ella es premiada en Sao Paulo, mi corazón está feliz.
O noticia chega a mim pela amiga Isabel Ortega, quem diz que a Presidenta da REBRA a escritora Joyce Cavalcanti comunica o acontecimento, já que ela está em Madrid, España. Sou indígena da tribo, fiz um esforço para escrever em vosso idioma, e registrar na memória esse momento mágico de glória de uma grande escritora brasileira. Parabéns.
Depois da fazer pesquicas na internete acho este articulo que trascrivo para voces.
La noticia me llega por la amiga Isabel Ortega, quien dice que la Presidenta de REBRA la escritora Joyve Cavalcanti, le comunca el acontencimiento, ya que ella está en Madrid, España. Soy indigena, hice un esfuerzo para escribir en vuestro idioma, y registrar en la memoria ese momento mágico de gloria de una escritora brasileira grande. Felcitaciones.
Después de hacer una investigación en la intenet encuentro este artículo que transcribo para ustedes
Sao Paulo.- Após a abertura da cerimônia, pelo Presidente da União Brasileira de Escritores, Levi Bucalem Ferrari, o professor e crítico literário Antônio Cândido, no direito de agraciado no ano anterior, proferiu seu discurso relembrando os tempos de estudo, onde, aos 24 anos, escolheu como vencedor de um concurso literário organizado entre os alunos da Faculdade de Direito do Lgo São Francisco, um conto intitulado "os Mortos", da jovem Lygia Fagundes Teles, que ontem (30/11) recebeu de suas mãos o Troféu Juca Pato, que premia o Intelectual do Ano 2008.
Sao Paulo.- Después de la apertura de la ceremonia, por el Presidnete de la Unión Brasileira de Escritores, Levi Bucalem Ferrario, Profesor y crítico literario Antonio Cândido, profirió su discurso recordando los tiempos de estutiante, donde a los 24 años, escogió como ganador de un concurso liteario organizado entre los alumnos de la Facultad de Derecho de Lgo San Francizco, un cuento intitulado "Los Muertos·, de la joven Lygia Fagundes Teles, que ayer (30-11) recibio de sus manos el Trofeo Juca Pato, que premia al Intelectual del año 2008.
Lygia, em seu discurso de agradecimento, também relembrou os tempos de infância e juventude, contando à imensa plateia de intelectuais sobre seu primeiro encontro com o escritor Monteiro Lobato, que fora preso pela Censura em tempos de Ditadura. A escritora fora escolhida para o Prêmio por maioria entre os conselhiros, e quase com unimidade.
Lygia, en su discurso de agradecimiento, también recordó los tiempos de infancia e juventud, contald a la inmensa platea de intelectuales sobre su primer encuentro con el escritor Monteiro Lobato, que fuera preso por la cencura en tiempos de dictadura. La escritora fue escogida para el Premio por la mayoría entre los consejeres y casi con unimidad.
Fuente: http://noticialiteral.webnode.com/news/noticia-938595-lygia-fagundes-teles/

Foto: Lygia Fagundes (Brasil), Gloria Dávila (Perú)
É nao só uma honra ter conhecido, mas também escutar quando ela fala para a imprensa e ainda mais gostoso. Eu penso e tenho a segurança de que jamas poderei conhecer a alguem mais grande que ela.
Y no sólo es una honra haberla conocido, sino también escuchar cuando ella habla para la prensa es aún más bello. Yo pienso y tengo la seguridad que jamás podré conocer a alguien más grande que ella.
BIOGRAFIA
Quarta filha do casal Durval de Azevedo Fagundes e Maria do Rosário Silva Jardim de Moura, nasce na capital paulista, em 19 de abril de 1923, Lygia de Azevedo Fagundes, na rua Barão de Tatuí. Seu pai, advogado, exerceu os cargos de delegado e promotor público em diversas cidades do interior paulista (Sertãozinho, Apiaí, Descalvado, Areias e Itatinga), razão porque a escritora passa seus primeiros anos da infância mudando-se constantemente. Acostuma-se a ouvir histórias contadas pelas pajens e por outras crianças. Em pouco tempo, começa a criar seus próprios contos e, em 1931, já alfabetizada, escreve nas últimas páginas de seus cadernos escolares as histórias que irá contar nas rodas domésticas. Como ocorreu com todos nós, as primeiras narrativas que ouviu falavam de temas aterrorizantes, com mulas-sem-cabeça, lobisomens e tempestades.
Cuarta hija del matrimonio Durval de Azevedo Fagundes y Maria Del Risario SIlva Jardim de Moura, nace en la capital paulista, en abril 19 de 1923, Lygia de Azevedo Fagundes, en la calle Barón de Tatui. Su papa, abogado ejerció los cargos de delegado y promotor público en diversasd ciudades del interior paulista (Sertãozinho, Apiaí, Descalvado, Areias e Itatinga), razón por lo que la escritora pasó sus primeros años de la infancia mudandose constantemente. Acosturadose a oir historias contadas por las pajens y por otros niños. En poco tiempo, comienza a crear sus propios cuentos y, en 1931, ya alfabetizaba, escribe en las últimas páginas de sus cuadernos escolares las historias que irá a contar en las ruedas domésticas. Como ocurrió con todos nosotros, las primera naartivas que oyó hablaban de temas aterrorizantes, como mules sin cabeza, hombres lobso y tempestades.
Seu pai gostava de freqüentar casas de jogos, levando Lygia consigo "para dar sorte". Diz a escritora: "Na roleta, gostava de jogar no verde. Eu, que jogo na palavra, sempre preferi o verde, ele está em toda a minha ficção. É a cor da esperança, que aprendi com meu pai."
Su papá gustaba de frecuentras casas de juegos, llevando a Lygia consigo "para darle suerte". Dice la escritora: "En la ruleta, gustaba de jugar en el verde, Yo, que juego en la palabra, siempre preferí el verder, el está toda mi ficción. Y el color de la esperanza, que aprendi con mi papá.
Em 1936 seus pais se separam, mas não se desquitam.
En 1936 sus padres se separan, pero no se alejan.
Porão e sobrado é o primeiro livro de contos publicado pela autora, em 138, com a edição paga por seu pai. Assina apenas como Lygia Fagundes.
No ano seguinte termina o curso fundamental no Instituto de Educação Caetano de Campos, na capital paulista. Ingressa, em 1940, na Escola Superior de Educação Física, naquela cidade. Ao mesmo tempo, freqüenta o curso pré-jurídico, preparatório para a Faculdade de Direito do Largo do São Francisco.
Inicia o curso de Direito em 1941, freqüentando as rodas literárias que se reuniam em restaurantes, cafés e livrarias próximas à faculdade. Ali conhece Mário e Oswald de Andrade, Paulo Emílio Sales Gomes, entre outros, e integra a Academia de Letras da Faculdade e colabora com os jornais Arcádia e A Balança. Para se sustentar, trabalha como assistente do Departamento Agrícola do Estado de São Paulo. Nesse ano conclui o curso de Educação Física.
Praia viva, sua segunda coletânea de contos, é editada em 1944 pela Martins, de São Paulo. O ano de 1945 marca o ano de falecimento de seu pai. Atenta aos acontecimentos políticos, Lygia participa, com colegas da Faculdade, de uma passeata contra o Estado Novo.
Terminado o curso de Direito, em 1946, só três anos depois a escritora publica, pela editora Mérito, seu terceiro livro de contos, O cacto vermelho. O volume recebe o Prêmio Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras.
Casa-se com o jurista Goffredo da Silva Telles Jr., seu professor na Faculdade de Direito que, na ocasião,1950, era deputado federal. Muda-se, em virtude desse fato, para o Rio de Janeiro, onde funcionava a Câmara Federal.
Com seu retorno à capital paulista, em 1952, começa a escrever seu primeiro romance, Ciranda de pedra. Na fazenda Santo Antônio, em Araras - SP, de propriedade da avó de seu marido, para onde viaja constantemente, escreve várias partes desse romance. Essa fazenda ficou famosa na década de 20, pois lá reuniam-se os escritores e artistas que participaram do movimento modernista, tais como Mário e Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Mafaldi e Heitor Villa-Lobos.
Maria do Rosário, sua mãe, falece em 1953 e, no ano seguinte, nasce seu único filho, Goffredo da Silva Telles Neto. As Edições O Cruzeiro, do Rio de Janeiro, lançam Ciranda de pedra.
Seu livro de contos, Histórias do desencontro, é publicado pela editora José Olympio, do Rio de Janeiro, e é premiado pelo Instituto Nacional do Livro, em 1958.
Em 1960 separa-se de seu marido Goffredo e, no ano seguinte, começa a trabalhar como procuradora do Instituto de Previdência do Estado de São Paulo.
Dois anos depois lança, pela editora Martins, de São Paulo, seu segundo romance, Verão no aquário. Passa a viver com Paulo Emílio Salles Gomes e começa a escrever o romance As meninas, inspirado no momento político por que passa o país.
Em 1964 e 1965 são publicados seus livros de contos Histórias escolhidas e O jardim selvagem, respectivamente, pela editora Martins.
A convite do cineasta Paulo César Sarraceni e em parceria com Paulo Emílio Salles Gomes, em 1967, faz a adaptação para o cinema do romance D. Casmurro, de Machado de Assis. Esse trabalho foi publicado, em 1993, pela editora Siciliano, de São Paulo, sob o título de Capitu.
Seu livro de contos Antes do baile, publicado pela Bloch, do Rio de Janeiro, em 1970, recebe o Grande Prêmio Internacional Feminino para Estrangeiros, na França.
O lançamento, em 1973, pela José Olympio, de seu terceiro romance, As meninas, é um sucesso. A escritora arrebata todos os prêmios literários de importância no país: o Coelho Neto, da Academia Brasileira de Letras, o Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro e o de "Ficção" da Associação Paulista de Críticos de Arte.


Seminário de ratos, contos, é publicado em 1977 pela José Olympio e recebe o prêmio da categoria Pen Club do Brasil. Nesse ano participa da coletânea Missa do Galo: variações sobre o mesmo tema, livro organizado por Osman Lins a partir do conto clássico de Machado de Assis. Integra o corpo de jurados do Concurso Unibanco de Literatura, ao lado dos escritores e críticos literários Otto Lara Resende, Ignácio de Loyola Brandão, João Antônio, Antônio Houaiss e Geraldo Galvão Ferraz.
Em setembro desse ano, falece Paulo Emílio Salles Gomes. A escritora assume, face ao ocorrido, a presidência da Cinemateca Brasileira, que Paulo Emílio ajudara a fundar.
Em 1978 a editora Cultura, de São Paulo, lança Filhos pródigos. Essa coletânea de contos seria republicada a partir de 1991 sob o título A estrutura da bolha de sabão. A TV Globo leva ao ar um Caso Especial baseado no conto "O jardim selvagem".
Sua editora no período de 1980 até 1997, a Nova Fronteira, do Rio de Janeiro publica A disciplina do amor. No ano seguinte lança Mistérios, uma coletânea de contos fantásticos. A TV Globo transmite a telenovela Ciranda de pedra, adaptada de seu romance.
Em 1982 é eleita para a cadeira 28 da Academia Paulista de Letras e, em 1985, por 32 votos a 7, é eleita, em 24 de outubro, para ocupar a cadeira 16 da Academia Brasileira de Letras, fundada por Gregório de Mattos, na vaga deixada por Pedro Calmon. Sua posse só ocorre em 12 de maio de 1987. Ainda em 1985 é agraciada com a medalha da Ordem do Rio Branco.
1989 é o ano de lançamento de seu romance As horas nuas. Recebe a Comenda Portuguesa Dom Infante Santo. Em 1990 seu filho, Goffredo Neto, realiza o documentário Narrarte, sobre a vida e a obra da mãe. Em 1991 aposenta-se como funcionária pública.
A Rede Globo de Televisão apresenta, em 1993, dentro da série Retratos de mulher, a adaptação da própria escritora do seu conto "O moço do saxofone", que faz parte do livro Antes do baile verde, num episódio denominado "Era uma vez Valdete".
Participa da Feira o Livro de Frankfurt, na Alemanha, em 1994, e lança, no ano seguinte, um novo livro de contos, A noite escura e mais eu, que ganhou os prêmios de Melhor livro de contos, concedido pela Biblioteca Nacional; Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro e Prêmio APLUB de Literatura.
Em 1996 estréia o filme As meninas, de Emiliano Ribeiro, baseado em romance homônimo de Lygia. Em 1997 participa da série O escritor por ele mesmo, do Instituto Moreira Salles. A editora Rocco adquire os direitos de publicação de toda a obra passada e futura da escritora.
Em 1998, a convite do governo francês, participa do Salão do Livro da França.
Seu livro Invenção e Memória foi agraciado com o Prêmio Jabuti, na categoria ficção, em 2001. Recebe, também, o "Golfinho de Ouro" e o Grande Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte.
Agraciada, em março de 2001, com o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade de Brasília (UnB).
Em 2005, recebe o Prêmio Camões, o mais importante da literatura em língua portuguesa.
OBRAS DA AUTORA
Individuais
Contos:
Porão e sobrado, 1938
Praia viva, 1944
O cacto vermelho, 1949
Histórias do desencontro, 1958
Histórias escolhidas, 1964
O jardim selvagem, 1965
Antes do baile verde, 1970
Seminário dos ratos, 1977
Filhos pródigos, 1978 (reeditado como A estrutura da bolha de sabão, 1991)
A disciplina do amor, 1980
Mistérios, 1981
A noite escura e mais eu, 1995
Venha ver o por do sol
Oito contos de amor
Invenção e Memória, 2000 (Prêmio Jabuti)
Durante aquele estranho chá: perdidos e achados, 2002
Meus contos preferidos, 2004
Histórias de mistério, 2004
Meus contos esquecidos, 2005
Romances:
Ciranda de pedra, 1954

Verão no aquário, 1963
As meninas, 1973
As horas nuas, 1989
Antologias:
Seleta, 1971 (organização, estudos e notas de Nelly Novaes Coelho)
Lygia Fagundes Telles, 1980 (organização de Leonardo Monteiro)
Os melhores contos de Lygia F. Telles, 1984 (seleção de Eduardo Portella)
Venha ver o pôr-do-sol, 1988 (seleção dos editores - Ática)
A confissão de Leontina e fragmentos, 1996 (seleção de Maura Sardinha)
Oito contos de amor, 1997 (seleção de Pedro Paulo de Sena Madureira)
Pomba enamorada, 1999 (seleção de Léa Masima).
Participações em coletâneas:
Gaby, 1964 (novela - in Os sete pecados capitais - Civilização Brasileira)
Trilogia da confissão, 1968 (Verde lagarto amarelo, Apenas um saxofone e Helga - in Os 18 melhores contos do Brasil - Bloch Editores)
Missa do galo, 1977 (in Missa do galo: variações sobre o mesmo tema - Summus)
O muro, 1978 (in Lições de casa - exercícios de imaginação - Cultura)
As formigas, 1978 (in O conto da mulher brasileira - Vertente)
Pomba enamorada, 1979 (in O papel do amor - Cultura)
Negra jogada amarela, 1979 (conto infanto-juvenil - in Criança brinca, não brinca? - Cultura)
As cerejas, 1993 (in As cerejas - Atual)
A caçada, 1994 (in Contos brasileiros contemporâneos - Moderna)
A estrutura da bolha de sabão e As cerejas, s.d. (in O conto brasileiro contemporâneo - Cultrix)
Crônicas publicadas na imprensa:
Não vou ceder. Até quando?. O Estado de São Paulo - 06-01-92
Pindura com um anjo. Jornal da Tarde - 11-08-96
Traduções:
Para o alemão:
- Filhos pródigos, 1983
- As horas nuas, 1994
- Missa do galo, 1994
Para o espanhol:
- As meninas, 1973
- As horas nuas, 1991
Para o francês:
- Filhos pródigos, 1986
- Antes do baile verde, 1989
- As horas nuas, 1996
- W. M., 1991
- Invenção e Memória, 2003
Para o inglês:
- As meninas, 1982
- Seminário dos ratos, 1986
- Ciranda de pedra, 1986
Para o italiano:
- As pérolas, 1961
- As horas nuas, 1993
Para o polonês:
- A chave, 1977
- Ciranda de pedra, 1990 (traduzido também para o chinês e espanhol).
Para o sueco:
- As horas nuas, 1991
Para o tcheco:
- Antes do baile verde, s.d. (traduzido também para russo)
Edições em Portugal:
- Antes do baile verde, 1971
- A disciplina do amor, 1980
- A noite escura e mais eu, 1996
- As meninas, s.d.
Para o cinema:
- Capitu (roteiro); parceria com Paulo Emílio Salles Gomes, 1993 (Siciliano).
- As meninas (adaptação), 1996
Para o teatro:
As meninas, 1988 e 1998
Para a televisão:
- O jardim selvagem, 1978 (Caso especial - TV Globo)
- Ciranda de pedra, 1981 (Novela - TV Globo)
- Era uma vez Valdete, 1993 (Retratos de mulher - TV Globo)
PRÊMIOS:
Prêmio do Instituto Nacional do Livro (1958)
Prêmio Guimarães Rosa (1972)
Prêmio Coelho Neto, da Academia Brasileira de Letras (1973)
Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro (1980)
Prêmio Pedro Nava, de Melhor Livro do Ano (1989)
Melhor livro de contos, Biblioteca Nacional
Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro
Prêmio APLUB de Literatura
Prêmio Jabuti (Ficção) (2001)
Prêmio Camões (2005)
Dados obtidos em livros da escritora, outras publicações, na Internet e na revista "Cadernos de Literatura Brasileira - Instituto Moreira Salles.
