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ARTE, FILOSOFÍA Y LITERATURA "COLIBRI"

La poesía vuela en alas del viento

27 Noviembre 2006

ENTEVISTA A LA POETA JOYCE LIMA KRISCHKE, CONSULESA DE POETAS DEL MUNDO, DE PORTO ALEGRE, RS, BRASIL

Por Gloria Dàvila


Hoy estamos frente a un excelente poetisa quien vive en Porto Alegre y ostenta el titulo de Consulesa de Poetas del Mundo en esa parte del Brasil, es miembro de Partenòn Literario, una organizaciòn Cultural con màs de 138 años de creación.

Aquí la tenemos en una entrevista exclusiva para Arte, Filosofìa y Literatura "Colibrí".

1.-GD ¿ Cuándo empiezas a escribir?.

RR.- Comecei a escrever quando ainda muito jovem. Não recordo a idade .Deveria ter 16 anos de idade quando concorri com um conto de amor para uma emissora se rádio em Porto Alegre. Fui premiada e na ocasião ganhei a encenação desse conto rápido ao vivo na referida emissora. Também, me foi ofertada a gravação do conto em uma disco muito grande feito da alumínio.
Como sou advogada e especialista em educação escrevi livros técnicos sobre legislação aplicada ao ensino. Somente há quatro anos atrás passei a organizar meus poemas e editei três livros de poemas.
2.-GD ¿Cuál fue tu visión en el futuro como escritora?

RR.- Pretendo editar mais livros e tornar-me definitivamente uma ProfIssional das letras. Meu sonho é organizar e participar de coletâneas, oferecendo oportunidade de participação de novos valores da literatura.

3.-GD ¿A qué personajes admiras?

RR.- Pablo Neruda, nascido Neftalí Ricardo Reyes Basoalto, (Parral, 12 de Julho de 1904 — Santiago, 23 de Setembro de 1973) foi um poeta chileno, um dos mais importantes poetas da língua castelhana do século XX, e cônsul do Chile na Espanha (1934-1938) e no México. Ele se mostrou por inteiro quando escreveu “Tudo está na palavra ... Uma idéia inteira muda porque uma palavra mudou de lugar ou porque outra se sentou como uma rainha dentro de uma frase que não a esperava e que a obedeceu ... Têm sombra, transparência, peso, plumas, pêlos, têm tudo o que ,se lhes foi agregando de tanto vagar pelo rio, de tanto transmigrar de pátria, de tanto ser raízes ... São antiqüíssimas e recentíssimas.
Mario Quintana
Mario de Miranda Quintana nasceu na cidade de Alegrete (RS), no dia 30 de julho de 1906, quarto filho de Celso de Oliveira Quintana, farmacêutico, e de D. Virgínia de Miranda Quintana. Com 7 anos, auxiliado pelos pais, aprende a ler tendo como cartilha o jornal Correio do Povo. Seus pais ensinam-lhe, também, rudimentos de francês.

No ano de 1914 inicia seus estudos na Escola Elementar Mista de Dona Mimi Contino.
Em 1915, ainda em Alegrete, freqüentou a escola do mestre português Antônio Cabral Beirão, onde conclui o curso primário. Nessa época trabalhou na farmácia da família. Foi matriculado no Colégio Militar de Porto Alegre, em regime de internato, no ano de 1919. Começa a produzir seus primeiros trabalhos, que são publicados na revista Hyloea, órgão da Sociedade Cívica e Literária dos alunos do Colégio.
Escreveu Quintana:

"Amigos não consultem os relógios quando um dia me for de vossas vidas... Porque o tempo é uma invenção da morte: não o conhece a vida - a verdadeira - em que basta um momento de poesia para nos dar a eternidade inteira".
E, brincando com a morte: "A morte é a libertação total: a morte é quando a gente pode, afinal, estar deitado de sapato
4. GD ¿ Azul?
Sim azul cor do céu
5. GD ¿ Negro?
RR.- Noite …

6. GD ¿ Verdad?
RR.- Virtude dos corajosos .

7. GD ¿ Justicia?
RR.- Existirá entre os homens?
8. GD ¿ Libertad?
RR.- Sem ela sobrevive-se.

9. GD ¿ Pobreza?
RR.- País mal governado.

10. GD ¿ Urbe?
RR.- Selva de pedra.

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