SINOS DE OUTONO, DEL POETA TONHO FRANCA, desde BRASIL, en la pàgina cultural de ARTE FILOSOFÌA Y LITERATURA "COLIBRÌ"

Tonho França, PSEDUÓNIMO de José Antonio Muassab França, nasce em Guaratinguetá, interior do estado de SP, em abril de 1965. Es membro da UBE e da Academia Vale Paraibana de Letras, e vencedor de diversos concursos de poesia. Desenvolve trabalho sobre a desigualdade social em sua cidade e região, que consiste na união da poesia, da fotografia e do depoimento voluntario do excluido (moradores de rua, prostitutas, idosos em asilos há mais de 6 meses, etc...). No seu ponto de vista a arte tem que alertar para a situação de extrema penuria dos seres humanos, que também é poesia. Triste com certeza, mas necessário.
Com a publicacao de Entre parentesis )Komedi, 2002) conhece o successo.
Participa das Bienais de 2002 e 2004 com boa repercussaro em meio ao público, o mesmo acontecendo nos Mapas Culturais Paulistas e nas cidades onde lacou o livro citado. Alestam isso a boa receptividade e o crecente interesse da mídia por su obra (JSCN)
POEMAS DE SU AUTORIA
NAVALHA
Quando for me contar
seja gelada, fria, objetiva.
de uma só vez, um só traço, fundo.
Uma só tentativa, sem falhas,
fatal, como o metal da navalha.
Mas de frente, olhando nos meus olhos
negando consciente que já tivemos o mundo.
Errados talvez tenhan sido os veros que compus
não faz sentido avaliar, é só cada unma carregar
a sua cruz, como o peso que merecer.
Só não olhe para trás,
eu nã permito que me veja morrer.
INDO
Só temos uma hora.
A hora de fazer.
A hora punho.
Não há mais raschunho
Para ser escrever.
Para onde ir?
O mundo acabou
o amor morreu na esquina
Beatriz fugiu com Joaquina
Não vão nos perdoar
por continuarmos indo.
SON POEMAS DE SU LIBRO "SINOS DE OUTONO",
DESESPERO
Em tom de rosa, numa sombra de culpa.
No riso que envolve, na lágrima que sulca.
Na pele que grava cada palavra, cada estação.
Na dor que evapora, leva embora o próprio chão.
No ritmo da música, no acorde lento,
No grito que trinca, a tez do momento.
Na despedida, agonia, poesia de botequim,
No desespero que entorna, adorna, frio em mim.
Nas mãos que rasgam, os poemas antigos,
Nos olhos que sangram passadas rotinas,
No momento sagrado de ver-me sozinho,
Na quietude tranqüila e muda, que não muda
Em nada, as pedras do caminho.
CALVÁRIO
No cálice que se diz Santo,
Busco a embriaguez permanente.
No sacro soar enferrujado dos sinos,
Eu rio e choro, numa dança demente.
No resto do pão mal dividido
Farto-me como se fosse banquete.
Nas penitências que não absolvem
E não nos redimem as falhas
Eu adormeço, e a cruz que carrego
Não pesa mais que palha.
Pelas mãos erradas que constroem o Sacrário
Pelas contas, tontas, de tantos dedos
A girar o rosário.
Pela porção “anjo” e “demônio”
Que nos é hereditário.
Pelas vozes que orientam e confundem
E não hesitam em nos crucificar a todo instante
Confesso-me culpado, por ainda ser tão parecido com antes,
E não preciso de nenhum julgamento, sigo só, voluntário.
Pois meucorpo tem as trilhas, os trilhos, chegarei ao meu calvário.
FANTASMAS
Vejo meus fantasmas
Tomando formas, diversas formas.
Brincam, dançam, riem de mim,
Desafiam meus medos.
Eles sabem todos os meus segredos,
Acendem as luzes dos meus becos.
E o que deixa minha consciência mais pasma
E não saber, onde começa o homem,
E onde termina o fantasma.
JUÍZO FINAL
Além das lendas, antes dos mitos
Depois das crenças, maior dos ritos
Que arranha a garganta, sem nenhum gemido
Que se perde, se espana, se esconde se engana,
Que beira o aflito, sem nenhum grito.
Que desenterra os fantasmas, os traumas, os medos,
Que se esconde às claras, a luz do dia, ao meio dia
Todo santo dia, de manhã bem cedo.
Que não teme os porões, se espalha em porções,
Em fatias, mas está sempre inteiro.
Que muda o enredo, a rota, a rotina, o roteiro,
Nas estações, nas fases das luas, nas marés cheias,
Que nos mostra o avesso, que destorce as imagens,
Provoca miragens, calafrios, que muda o tempo,
Desnuda o vento, e em silêncio te dá arrepio.
Que não permite o soar dos sinos, que dá a ultima sentença
Que borrou o arco-íris de todas as consciências.
Que quebrou todos os vasos, sufocou as roseiras,
Espalhou o inverno, levantou a poeira.
Que te deixou tonta, com o olhar mais atrevido,
E sua alma marcada, na face estampada, o fim do sorriso
HABLA GLORIA DAVILA,
Poeta, declamadora, traductora, cronista, activista cultural (PERÛ) Consulesa de Poetas del Mundo, Embajadora Universal de la Paz/Ginebra Suiza, Representante de la Casa de Poetas Riograndense y Representante de la Casa de Poetas Latinoamericanos en PERU, Corresponsal de la Revista Peruana de Literatura que dirige Ricardo Virthuez, (documento que fue presentado ante un numeroso púbico asistente) junto a un equipo selecto de escritores latinoamericanos, es Corresponsal del Oro de los Tigres de la Radio Cultura de Buenos Aires, dirigida por el poeta y Presidente de la FIED Manuel Lozano, de Argentina, Corresponsal del Movimiento Abrace de Montevideo Uruguay, Responsable de la Página Cultural, Activista cultural Fundadora y Presidenta de Arte Filosofìa y Literatura "Colibrí", Responsabble de Crónicas literarias en el Quincenario "El Pregonero", Fundadora y Presidenta de la FUNDACION DE PREMIOS RUNA SIMI, La Mejor Poeta del Año 2005, titulo entregado entre los Mejores del AÑo 2005 por la Asociaciòn Nacional de Periodistas del Peru, filial Tingo Maria, Ganadora de los Primeros Juegos Florales Universitarios, 2001, Poeta que recibiò el Reconomiento por la Facultad de Filologìa Històrica de la Universidad "Gabriel Renè Moreno" de Santa Cruz de la Sierra (Bolivia, junio 2007), Representante nombrada en Brasil, de la Casa de Poetas Latinoamericanos para PERÙ, nombramiento que recibió de manos de la Presidenta de la Casa de Poetas Riograndense (14 de octubre de 2006) y Presidenta de la Casa Latinoamericana, invitada a pertenecer al Partenón Liteario en Porto Alegre.
Sobre los poemas de TONHO FRANÇA debo manifestar que fue un orgullo mantener contacto con èste poeta genial, quien participara como yo en el XIV Congreso de Poesia Latinoamericana en Bento Gonçalvez, desarrollado del 2 al 7 de ocutmbre 2006, me acerqué a él para compartir nuestros trabajos y porque supe sobre su poesía, aquella es tan bella y me me arrulla como las aguas frescas de mi propio río, pues el lenguaje en que expresa su arte es de mi cántaro.
Y escogí de su libro SINOS DE OUTONO, bRASIL 2006
NAVALHA, INDO, poemas geniales, creo que son dagas para mis oidos
SI DESEAN CONTACTOS CON EL POETA
Contatos: jtonho@terra.com.br
